3 Falsas crenças sobre o câncer de pele

Os cânceres de pele são divididos em duas categorias principais: carcinomas, que respondem por 90% de todos os cânceres de pele, e melanomas, que são mais raros, porém mais graves. Eles não podem ser detectados antes do início dos sintomas, mas podem ser detectados precocemente em pessoas que são regularmente examinadas por um especialista. A cada ano, o número de novos cânceres se aproxima de 80.000 casos. Ainda, alguns mitos sobre a doença permanecem:

Mito # 1: Poucas moles = Nenhum risco

A maioria das pessoas com melanoma, manifestada pela alteração de uma toupeira pré-existente ou pelo aparecimento de uma pequena mancha pigmentada, apresentam poucas moles. Até as pessoas que têm muito pouco precisam ser controladas. De acordo com um estudo recente, publicado pela revista JAMA Dermatology, a maioria dos pacientes com melanoma tem de 0 a 20 moles na pele.

Mito # 2: moles normais = sem risco

Os mesmos pesquisadores apontaram para outro equívoco de que apenas as pintas atípicas estão em risco. Certamente, mudanças na simetria, na borda, na cor ou no tamanho de uma toupeira são fatores de risco a serem considerados e relatados a um dermatologista, mas não são os únicos. Mesmo uma toupeira "clássica", que não apresenta nenhuma alteração específica, pode causar melanoma.

Mito # 3: sem queimadura solar = sem risco

Golpes A luz solar repetida certamente aumenta o risco de carcinoma, mas na maioria das vezes é a exposição solar excessiva e crônica que é responsável por ela, mesmo se a pele estiver bronzeada e não queimada. Entre outras coisas, o melanoma está associado à exposição intensa à luz ultravioleta, como a utilizada pelos salões de bronzeamento.