Por que acreditamos (ou não) em fantasmas?

Vocês, como 42% dos americanos, são pessoas que acreditam em fantasmas, espíritos ou aparições sobrenaturais? Não é de admirar, segundo os cientistas que estudaram essa questão nos últimos anos, porque nosso cérebro está programado para entender o que não entende. É essa predisposição que nos permite ver formas nas nuvens, ouvir mensagens escondidas em gravações, ou acreditar que vimos um fantasma.

Ele também nos permite nos unir a objetos, para nos incomodar contra o nosso computador e dar um nome ao nosso carro. Quanto aos fantasmas, outros fatores contribuem. Sugestão acima de tudo. Quando você entra em uma casa assombrada à noite, estamos prontos para ver um espírito flutuar diante de nossos olhos. Portanto, será mais fácil interpretar uma experiência banal como uma aparição mágica. De acordo com outras teorias científicas, ter perdido um ente querido e perceber a presença de alguém após a morte pode ajudar a pessoa a sentir-se menos solitária.

Bem e mal

Acredite na presença de um ente querido. As forças da vida após a morte também nos ajudam a manter um senso de controle sobre o mundo ao nosso redor e às vezes melhoram nosso comportamento ou desempenho. Pensar que nossa bola de tênis tem mais "sorte" do que outras aumenta nossa autoconfiança e reduz a ansiedade, o que pode nos ajudar a vencer o jogo. Acreditar em experiências sobrenaturais pode ser bom.

Mas como essas sugestões assustam as crianças? Não é trivial que crianças de 2 a 4 anos sofram de medos temporários como bruxas ou fantasmas. Nesse caso, você pode escolher os desenhos, fotos e histórias que a criança está enfrentando. Quando ele estiver com medo, escute-o, ajude-o a dizer a diferença entre o mundo real e o mundo da imaginação e assegure-o.